domingo, 8 de junho de 2014

Mashup


         O termo Mashup veio da música, mais especificamente da eletrônica e significa misturar. Essa mistura se dá basicamente em pegar a base de uma música e sobrepor com vocal de outra.



         Na informática, Mashup se resume a diferentes serviços que podem funcionar simultaneamente. Então, em poucas palavras quer dizer: a combinação de dois aplicativos que podem complementar e melhorar a oferta de determinado serviço.
        O desenvolvimento mashup manual requer conhecimento em programação e nos esquemas e semântica das fontes de dados, bem como na convenção para troca de mensagens que pode ser feito com a ajuda de ferramentas específicas. Existem várias ferramentas para desenvolvimento mashup. Dentre as mais destacadas estão as ferramentas Yahoo Pipes, Microsoft Popfly e Intel Mash Maker. A tabela apresenta as características gerais de cada uma.

Ferramenta
Características gerais
Yahoo Pipes

Ferramenta web onde os usuários podem construir aplicações mashup a partir de web feeds, páginas web e outros serviços. Um pipe pode ser composto por um ou mais módulos, cada um realizando uma única tarefa como retornar feeds de uma fonte na web, filtrar, ordenar ou misturar feeds. Os dados podem ser consumidos através de RSS, JSON ou visualizados pelo Yahoo Map.
Microsoft Popfly

Ferramenta web que permite que os usuários criem mashup combinando dados e fontes de mídia. O mashup é construído conectando blocos (blocks). Cada bloco está associado a um serviço como Flickr e expõe uma ou mais funcionalidades. O foco da ferramenta é maior na apresentação das informações do que na manipulação de dados.
Intel Mash Maker

Ferramenta para edição, consulta e manipulação de dados na web. Permite a criação de mashup combinando conteúdo de diferentes páginas web.

     Mashup pode ser considerada uma tecnologia emergente. Sua essência está em simplificar a composição de serviços, possibilitando aos usuários a criação e desenvolvimento de forma mais simples e ágil. 


2 comentários:

  1. É interessante pensar no mashup como uma maneira de atingir a geração Z, que aparentemente aprende de maneira picotada, pegando pontas de informação de todos os cantos e juntando para construir o conhecimento deles.

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  2. Olá bom dia Marizete, gostei do seu texto pela clareza e a reflexão no uso das tecnologias. Propondo o uso desses meios não a penas como consumidor passivo, mas integrá-los no campo da prática do cotidiano. Acredito que deve ser nesse viés também. O conhecimento desse devem ser compartilhado não só de maneira subjetiva, mas de modo concreto na realidade em que acontece o interagir.

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